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MISSÃO

Soluções inovadoras em promoção da saúde e prevenção de doenças.

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VISÃO

Ser destaque em imunização humana, conquistando o público de interesse com qualidade, dedicação e bom atendimento, oferecendo um serviço humano e eficiente.

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VALORES

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Segurança
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Serviços na Clínica

Imunização humana por profissionais treinados em um
ambiente acolhedor especialmente projetado para oferecer
qualidade e segurança na hora da vacinação

VACINAÇÃO
ORIENTAÇÃO PARA VIAJANTES
TESTE DO PEZINHO
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS
EMISSÃO DE CERTIFICADO INTERNACIONAL DE VACINAÇÃO
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Serviços na sua casa

Vacina em domicílio é um serviço que alia a mais moderna tecnologia em vacinação à pratica de atendimento em sua casa.

VACINAÇÃO
TESTE DO PEZINHO
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS
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Serviços para empresas

Com a Imunização corporativa sua empresa
conta com a agilidade e o apoio técnico e
logístico da Bravacinas

GESTO VACINAL
CAMPANHAS DE VACINAÇÃO
PALESTRAS E CURSOS
VACINAÇÃO CONFORME CALENDÁRIO OCUPACIONAL

DIFERENCIAIS

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Serviço de Vacinação
Ativo 24h/dia
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Procedência
garantida
icon-setas
Agilidade e equipe
técnica qualificada
icon-money
Facilidade de
pagamento
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Atendimento em
todo território nacional
diferenciais-1

Caixas Térmicas
Utilizadas para realizar o transporte das vacinas na vacinação extramuros (empresas, instituições, igrejas, escolas, entre outros).

diferenciais-2

Gerador de Energia Elétrica:
Oferece segurança no armazenamento das vacinas

diferenciais-3

Termômetros 

  • Máxima e mínima: analógico;
  • Máxima e mínima: digital de cabo extensor;
  • Analógico de cabo extensor;
  • Infravermelho;
diferenciais-4

Camâra Fria

  • Solamento das paredes internas do ambiente a ser refrigerado;
  • Compressor e condensador dispostos na área externa à câmara, com boa circulação de ar;
diferenciais-5

Conservadora de Vacinas

Armazena as doses de maneira correta e prolonga a qualidade dos produtos.

flocos
diferenciais-5

Conservadora de Vacinas

Armazena as doses de maneira correta e prolonga a qualidade dos produtos.

diferenciais-6

A Rede de Frio ou Cadeia de Frio é o processo de armazenamento, conservação, manipulação, distribuição e transporte dos imunobiológicos (vacinas), e deve ter as condições adequadas de refrigeração, desde o laboratório produtor até o momento em que a vacina é administrada. 

diferenciais-7

É necessário, portanto, mantê-los constantemente refrigerados, utilizar instalações e equipamentos adequados. Um manuseio inadequado, um equipamento com defeito, ou falta de energia elétrica podem interromper o processo de refrigeração e comprometer a potência e eficácia dos imunobiológicos.

diferenciais-8

O objetivo final é assegurar que todos os imunobiológicos administrados mantenham suas características iniciais, a fim de conferir imunidade, haja vista que são produtos termo lábeis, isto é, se deterioram depois de determinado tempo quando expostos a variações de temperaturas inadequadas à sua conservação. 

diferenciais-6

A Rede de Frio ou Cadeia de Frio é o processo de armazenamento, conservação, manipulação, distribuição e transporte dos imunobiológicos (vacinas), e deve ter as condições adequadas de refrigeração, desde o laboratório produtor até o momento em que a vacina é administrada. 

É necessário, portanto, mantê-los constantemente refrigerados, utilizar instalações e equipamentos adequados. Um manuseio inadequado, um equipamento com defeito, ou falta de energia elétrica podem interromper o processo de refrigeração e comprometer a potência e eficácia dos imunobiológicos.

diferenciais-7
diferenciais-8

O objetivo final é assegurar que todos os imunobiológicos administrados mantenham suas características iniciais, a fim de conferir imunidade, haja vista que são produtos termo lábeis, isto é, se deterioram depois de determinado tempo quando expostos a variações de temperaturas inadequadas à sua conservação. 

DÚVIDAS

HPV

O que é o HPV?

O papiloma vírus popularmente conhecido como HVP é um vírus, considerado hoje a principal doença sexualmente transmissível viral.

Como é transmitido?

O simples contato com mucosa infectada, mão, boca ou genitais é o suficiente para o vírus fazer mais uma vítima. O risco de contágio é altíssimo! Em adolescentes esse risco é ainda maior, pois o colo do útero ainda está em formação. Alguns pesquisadores mencionam como forma de transmissão do vírus o compartilhamento de roupas íntimas, toalhas e assentos sanitários.
O preservativo me dá 100% de proteção?
Não. O preservativo não protege 100%, porque não cobre toda região de contato (virilha, região infra-púbica e etc) durante a relação sexual. Lembrando que o preservativo é extremamente importante para a proteção de outras DSTs (doenças sexualmente transmissíveis).

Qual a relação do HPV e o câncer?

O vírus do HVP em mulheres é considerado o maior vilão do câncer de colo do útero, ele está envolvido em boa parte dos casos desse tumor. No homem o vírus é responsável entre outras coisas pelo câncer de: boca, garganta e ânus, além das verrugas genitais.
Quem deve tomar a vacina? Homens e mulheres a partir de 09 anos de idade.

Tenho as verrugas, paro o tratamento porque recebi a vacina? A vacina serve como tratamento?

Não se deve parar o tratamento. A vacina é recomendada, pois é ela quem vai conferir imunidade para você. A infecção viral não vai te dar imunidade contra a doença, o que vai trazer imunidade é a vacina. A vacina não serve como tratamento, a vacina é uma forma de proteção contra infecções futuras (infecção contra sorotipos que estão presentes na composição da vacina).

Quem toma a vacina não precisa mais fazer o exame de papanicolau (preventivo)?

Precisa continuar coletando o exame de papanicolau conforme orientação do seu médico.

SDF

Partogama SDF – Imunoglobulina anti-Rho(D) é usado para prevenir a sensibilização Rho(D) de mães e, como consequência, a doença hemolítica Rho(D) dos recém-nascidos que pode levar a lesão cerebral, cirrose hepática infantil ou hidropsia congênita, muitas vezes conduzindo à morte intra-uterina do feto.

O fundamento do uso de Partogama SDF – Imunoglobulina anti-Rho(D), reside na observação que anticorpos anti-Rho(D) – contidos em Partogama SDF – imunoglobulina anti-Rho(D) – quando entram em contato com hemácias Rho(D)-positivo, se ligam aos pontos da superfície das hemácias onde existem antígenos Rho(D), reduzindo-lhes, drasticamente, a sobrevida e impedindo a formação ativa de anticorpos anti-Rho(D) em indivíduos Rho(D)-negativo. A doença hemolítica do recém-nascido causada pela incompatibilidade Rho(D) se manifesta em cerca de 6% de todos os nascimentos. Usualmente, a produção de anticorpos pela mãe começa após a primeira gravidez, representando assim perigo para a maioria das gestações subsequentes. Na incompatibilidade de grupo sanguíneo ou do fator Rho(D) entre mãe e feto, os eritrócitos fetais podem se infiltrar no organismo da mãe e levar à produção de anticorpos. Esses anticorpos, capazes de atuar contra os eritrócitos fetais, podem retornar ao feto e causar eritroblastose fetal. O mesmo mecanismo de desenvolvimento de anticorpos pode ser disparado pela transfusão ou injeção intramuscular de sangue Rho(D)-incompatível. Cerca de 97% dos casos de eritroblastose fetal são causados por anticorpos maternos anti-Rho(D).

Recomenda-se, pois, que ambos os genitores sejam examinados para seu fator Rho(D) por ocasião da primeira gravidez a fim de determinar uma possível indicação para a administração de Partogama SDF – Imunoglobulina anti-Rho(D), o mais cedo possível, após um aborto ou parto.

Prevenção de imunização Rho em mulheres Rh(D)-negativo:
- Gravidez / parto de criança Rh-positiva, independentemente dos grupos ABO da mãe e da criança.
- Aborto /risco de aborto, gravidez ectópica ou mola hidatiforme.
- Hemorragia transplacentária (HTP) decorrente de hemorragia anteparto (HAP), amniocentese, biópsia coriônica ou procedimento manipulativo obstétrico, p.ex. versão externa ou traumatismo abdominal.
- Transfusão de sangue ou de produtos de sangue Rh-incompatíveis.
- Usado no tratamento de pessoas Rh(D)-negativo após transfusões incompatíveis de sangue ou de concentrado de eritrócitos Rh(D)-positivo.

Profilaxia pré-parto e pós-parto:
1.000 – 1.650 UI, na 28a semana de gravidez; em determinados casos, justifica-se o início da profilaxia com maior antecedência. Se o neonato for D-positivo, deve-se administrar uma dose suplementar de 200 –1.000 – 1.650 UI, dentro de 72 horas do parto.

VACINAS

Sobre Vacinas

Meu filho foi vacinado com dois meses com a primeira dose da vacina tetra (DTP + HIB). Não recebeu as doses seguintes por problemas infecciosos. Agora, com sete meses, bem de saúde, devo voltar a aplicar a primeira dose?

Não, pois não há intervalo máximo entre as doses; ele deve receber agora a segunda dose e, após dois meses, a terceira dose, prosseguindo com o seu programa vacinal conforme o calendário vigente. Como regra, doses de vacinas, mesmo aplicadas há um tempo, devem sempre ser consideradas válidas.

Uma criança de um ano deverá ir a creche dentro de um mês. Tomou todas as vacinas indicadas pelo posto de saúde onde é acompanhada. Além delas, quais outras deve tomar?
Recomenda-se que a criança receba as seguintes vacinas: Varicela e Hepatite A.

Meu filho apresentou coceira no corpo após comer um ovo quente. A coceira durou um dia e melhorou sem medicação. É necessário fazer teste alérgico para ovo antes de administrar a vacina contra sarampo, caxumba e rubéola (SCR)?
Não é necessário o teste alérgico para o ovo. A alergia cutânea ao ovo não contra indica a aplicação da vacina triviral. A contraindicação somente deve ser feita quando ocorrer anafilaxia (reação grave, imediata, geralmente com choque) com a ingestão do ovo, o que é raro.

Qual a vantagem de se utilizar vacinas combinadas?
As novas vacinas combinadas licenciadas no Brasil são muito seguras, efetivas e causam menor número de eventos adversos que as vacinas habitualmente utilizadas. As vacinas pentavalente e hexavalente, por exemplo, protegem contra várias doenças (difteria, tétano, coqueluche, HIB, poliomielite e mais hepatite B – hexavalente), com os antígenos administrados em uma única aplicação, levando a maior adesão ao calendário vacinal, a menor procura aos serviços de saúde e menor custo relativo.

Meu filho foi vacinado com dois meses com a primeira dose da vacina tetra (DTP + HIB). Não recebeu as doses seguintes por problemas infecciosos. Agora, com sete meses, bem de saúde, devo voltar a aplicar a primeira dose?

Não, pois não há intervalo máximo entre as doses; ele deve receber agora a segunda dose e, após dois meses, a terceira dose, prosseguindo com o seu programa vacinal conforme o calendário vigente. Como regra, doses de vacinas, mesmo aplicadas há um tempo, devem sempre ser consideradas válidas.

Um bebê de 03 meses foi vacinado com a BCG com dois dias de vida, ainda na maternidade. Até agora não apresentou nenhuma reação e não teve cicatriz no braço. Qual a conduta?
A vacina BCG é geralmente acompanhada pelo aparecimento no local da aplicação de mácula com enduração, pústula, úlcera e cicatriz, evolução essa que ocorre em 02 a 05 meses. Em 5% a 10% dos vacinados pode não aparecer cicatriz vacinal e, nestes casos, recomenda-se a revacinação após 06 meses, dispensando-se o teste tuberculínico prévio.

Qual a região anatômica mais adequada para a administração de vacinas intramusculares?
Depende da idade. Nas crianças menores de 18 meses, o lugar mais apropriado é o vasto lateral externo da coxa. Em crianças maiores de 18 meses, a região do músculo deltóide. Para algumas vacinas (hepatite B e raiva), a região glútea é contraindicada por não induzir resposta adequada.

GRIPE

Gripe e resfriado são as mesmas doenças?
Não. A gripe é causada pelo vírus da Influenza e provoca febre alta, dores pelo corpo que, freqüentemente, deixam o indivíduo acamado. A recuperação completa pode durar até uma semana e pode complicar com pneumonia e até matar, em alguns casos. O resfriado é causado por diversos outros tipos de vírus, têm sintomas parecidos, porém muito mais leves, suaves e com menor duração. Ele pode cursar com tosse, dor de garganta, dor no corpo, coriza, etc.

Como a gripe é transmitida?
A gripe é transmitida através de gotículas de secreção veiculadas pela tosse, espirro ou mesmo conversa com alguém infectado. O vírus penetra no organismo através das vias respiratórias. No centro do vírus está o material genético que invade as células, atingindo o núcleo, onde se duplica. Os fragmentos duplicados se apoderam de parte da célula atacada, formando novos vírus, em um processo que se repete milhares de vezes.

A gripe é contagiosa?
A Gripe é altamente contagiosa. Uma única pessoa pode contaminar todos as pessoas que trabalham no mesmo ambiente e que não foram vacinadas.

Qual o período de incubação da doença?
Os vírus da influenza são transmitidos de pessoa a pessoa através da tosse e/ou espirros de um doente. O período de incubação é de 01 a 04 dias, com uma média de 02 dias.

Qual o período de transmissão da gripe?
Os adultos são transmissores da infecção um dia antes da apresentação dos sintomas até aproximadamente 05 dias após o início da doença.

Vacina contra gripe imuniza contra resfriado?
Não. A vacina contra gripe imuniza somente contra as cepas de vírus contidas na vacina e não contra resfriados.

A vacina da gripe funciona? Ela é segura?
Sim, a vacina contra a gripe é bastante eficaz desde que tomada na época adequada e eficaz para os sorotipos que existem na vacina, muito segura sendo usada em todo o mundo.

Antigripal cura a gripe?
Os antigripais não previnem nem curam a gripe. Eles podem, em alguns casos, diminuir a sintomatologia e, em outros casos, não causarem nenhum efeito.

Quais os sorotipos da gripe? Quais as diferenças entre eles?
A gripe é causada pelo vírus influenza, com 03 sorotipos diferentes: A, B e C que são diferentes entre si. Em intervalos regulares aparecem subtipos novos do sorotipo A, que se associam a grandes pandemias. O tipo B associa-se a epidemias regionais e o tipo C não apresenta a importância epidemiológica dos anteriores, porque é responsável apenas por casos isolados ou por pequenos surtos. Os vírus influenza A não só infectam humanos, mas animais como cavalos, baleias, porcos e aves, dificultando seu controle. Os vírus da influenza B e C só afetam humanos.

Quando começa a fazer efeito à vacina contra a gripe? Por quanto tempo dura a imunização pós vacina?
Cerca de 15 dias após a vacinação já começam a surgir os anticorpos que darão a proteção contra a gripe. Como o vírus da gripe sofre mutação a cada ano, o tempo de duração da vacina é de 01 ano.

A vacina contra a gripe pode causar gripe?
Não. A Vacina contra gripe é uma vacina inativada e fracionada, o que significa que os vírus estão mortos e replicados, não podendo se reproduzir dentro do organismo das pessoas vacinadas, o que estimula o organismo a produzir uma resposta imunológica protetora.

Quais as reações mais comuns após a administração da vacina contra influenza/gripe?
Pode surgir uma febrícula (febre baixa) e no local da aplicação ficar quente, vermelho e inchado. Algumas pessoas relatam coceira no local da injeção. Importante ressaltar, que é preciso cuidado para não coçar, nem passar as mãos/unhas sujas (contaminadas), principalmente em se tratando de crianças, para evitar a entrada de microorganismos. Assim como em toda e qualquer vacina NÃO deve fazer: compressas ou passar pomada na região da vacina.

Por que algumas pessoas mesmo com a vacina ficam doentes?
A Vacina contra gripe protege da gripe, porém, não protege dos resfriados e de outras infecções que também ocorrem no inverno e tem sintomatologia semelhante.

Quem pode ser vacinado?
Todas as pessoas a partir de 6 meses de idade já podem ser vacinadas contra a gripe.

Quem regulamenta as cepas presentes na vacina contra a gripe?
A composição da vacina é atualizada a cada ano, de acordo com os vírus circulantes, para garantir a eficácia do produto. A resolução está de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS)para o hemisfério Sul. É proibida a utilização de quaisquer outras cepas de vírus em vacinas contra a gripe.

REDE DE FRIO

Sobre Rede de Frios

A Rede de Frio ou Cadeia de Frio é o processo de armazenamento, conservação, manipulação, distribuição e transporte dos imunobiológicos, e deve ter as condições adequadas de refrigeração, desde o laboratório produtor até o momento em que a vacina é administrada.

O objetivo final da Rede de Frio é assegurar que todos os imunobiológicos administrados mantenham suas características iniciais, a fim de conferir imunidade, haja vista que são produtos termolábeis, isto é, se deterioram depois de determinado tempo quando expostos a variações de temperaturas inadequadas à sua conservação. O calor acelera a inativação dos componentes imunogênicos.

É necessário, portanto, mantê-los constantemente refrigerados, utilizando instalações e equipamentos adequados. Um manuseio inadequado, um equipamento com defeito, ou falta de energia elétrica podem interromper o processo de refrigeração, comprometendo a potência e eficácia dos imunobiológicos.

Equipamentos da rede de frios

Câmaras Frigoríficas
Também denominadas quartos frios ou câmaras frias, são ambientes especialmente projetados para a armazenagem de produtos predominantemente em baixas temperaturas e em grandes volumes. Podem ser reguladas para trabalhar mantendo as mais diversas temperaturas, tanto positivas quanto negativas. Especificamente para os imunobiológicos, essas câmaras são projetadas para operarem em temperatura de +2ºC e -20°C, de acordo com a especificação do produtor. Os imunobiológicos podem em algum momento estar conservados em temperatura entre +2° e +8°C, sem perda da sua capacidade imunogênica, observada a data de validade especificada no produto.

O seu funcionamento de uma maneira geral obedece aos princípios básicos de refrigeração, além de princípios específicos, tais como:
• isolamento das paredes internas do ambiente a ser refrigerado;
• sistema de ventilação no interior da câmara, para facilitar a distribuição do ar frio pelo evaporador;
• compressor e condensador dispostos na área externa à câmara, com boa circulação de ar;
• antecâmara, com temperatura de +4°C, objetivando auxiliar o isolamento do ambiente e prevenir a ocorrência de choque térmico aos imunobiológicos;
• alarmes de baixa e alta temperatura para alertar a ocorrência de falta de energia elétrica;
• alarme audiovisual indicador de abertura de porta;
• dois sistemas independentes de refrigeração instalados: um em uso e outro em reserva, para eventual defeito do outro;
• sistema de alarme com registrador de temperatura (termógrafo), registrador de umidade (higrômetro).

 

Alarme de temperatura com discador telefônico para câmaras, geladeiras e freezers
Este equipamento é composto por um discador telefônico, uma bateria e um ou mais sensores de temperatura (termostatos), que são ligados em paralelo ao equipamento. É ainda capacitado para efetuar três ligações a três diferentes telefones, quando a temperatura de algum dos equipamentos estiver fora da faixa permitida.

 

Este equipamento dispõe de um sistema de alimentação de dupla voltagem (selecionável) que faz a recarga da bateria, de tal forma que, em caso de corte no fornecimento de energia elétrica, o sistema continuará operando com a alimentação de 12 volts DC proveniente das baterias.

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DÚVIDAS

HPV

O que é o HPV?

O papiloma vírus popularmente conhecido como HVP é um vírus, considerado hoje a principal doença sexualmente transmissível viral.

Como é transmitido?

O simples contato com mucosa infectada, mão, boca ou genitais é o suficiente para o vírus fazer mais uma vítima. O risco de contágio é altíssimo! Em adolescentes esse risco é ainda maior, pois o colo do útero ainda está em formação. Alguns pesquisadores mencionam como forma de transmissão do vírus o compartilhamento de roupas íntimas, toalhas e assentos sanitários.
O preservativo me dá 100% de proteção?
Não. O preservativo não protege 100%, porque não cobre toda região de contato (virilha, região infra-púbica e etc) durante a relação sexual. Lembrando que o preservativo é extremamente importante para a proteção de outras DSTs (doenças sexualmente transmissíveis).

Qual a relação do HPV e o câncer?

O vírus do HVP em mulheres é considerado o maior vilão do câncer de colo do útero, ele está envolvido em boa parte dos casos desse tumor. No homem o vírus é responsável entre outras coisas pelo câncer de: boca, garganta e ânus, além das verrugas genitais.
Quem deve tomar a vacina? Homens e mulheres a partir de 09 anos de idade.

Tenho as verrugas, paro o tratamento porque recebi a vacina? A vacina serve como tratamento?

Não se deve parar o tratamento. A vacina é recomendada, pois é ela quem vai conferir imunidade para você. A infecção viral não vai te dar imunidade contra a doença, o que vai trazer imunidade é a vacina. A vacina não serve como tratamento, a vacina é uma forma de proteção contra infecções futuras (infecção contra sorotipos que estão presentes na composição da vacina).

Quem toma a vacina não precisa mais fazer o exame de papanicolau (preventivo)?

Precisa continuar coletando o exame de papanicolau conforme orientação do seu médico.

SDF

Partogama SDF – Imunoglobulina anti-Rho(D) é usado para prevenir a sensibilização Rho(D) de mães e, como consequência, a doença hemolítica Rho(D) dos recém-nascidos que pode levar a lesão cerebral, cirrose hepática infantil ou hidropsia congênita, muitas vezes conduzindo à morte intra-uterina do feto.

O fundamento do uso de Partogama SDF – Imunoglobulina anti-Rho(D), reside na observação que anticorpos anti-Rho(D) – contidos em Partogama SDF – imunoglobulina anti-Rho(D) – quando entram em contato com hemácias Rho(D)-positivo, se ligam aos pontos da superfície das hemácias onde existem antígenos Rho(D), reduzindo-lhes, drasticamente, a sobrevida e impedindo a formação ativa de anticorpos anti-Rho(D) em indivíduos Rho(D)-negativo. A doença hemolítica do recém-nascido causada pela incompatibilidade Rho(D) se manifesta em cerca de 6% de todos os nascimentos. Usualmente, a produção de anticorpos pela mãe começa após a primeira gravidez, representando assim perigo para a maioria das gestações subsequentes. Na incompatibilidade de grupo sanguíneo ou do fator Rho(D) entre mãe e feto, os eritrócitos fetais podem se infiltrar no organismo da mãe e levar à produção de anticorpos. Esses anticorpos, capazes de atuar contra os eritrócitos fetais, podem retornar ao feto e causar eritroblastose fetal. O mesmo mecanismo de desenvolvimento de anticorpos pode ser disparado pela transfusão ou injeção intramuscular de sangue Rho(D)-incompatível. Cerca de 97% dos casos de eritroblastose fetal são causados por anticorpos maternos anti-Rho(D).

Recomenda-se, pois, que ambos os genitores sejam examinados para seu fator Rho(D) por ocasião da primeira gravidez a fim de determinar uma possível indicação para a administração de Partogama SDF – Imunoglobulina anti-Rho(D), o mais cedo possível, após um aborto ou parto.

Prevenção de imunização Rho em mulheres Rh(D)-negativo:
- Gravidez / parto de criança Rh-positiva, independentemente dos grupos ABO da mãe e da criança.
- Aborto /risco de aborto, gravidez ectópica ou mola hidatiforme.
- Hemorragia transplacentária (HTP) decorrente de hemorragia anteparto (HAP), amniocentese, biópsia coriônica ou procedimento manipulativo obstétrico, p.ex. versão externa ou traumatismo abdominal.
- Transfusão de sangue ou de produtos de sangue Rh-incompatíveis.
- Usado no tratamento de pessoas Rh(D)-negativo após transfusões incompatíveis de sangue ou de concentrado de eritrócitos Rh(D)-positivo.

Profilaxia pré-parto e pós-parto:
1.000 – 1.650 UI, na 28a semana de gravidez; em determinados casos, justifica-se o início da profilaxia com maior antecedência. Se o neonato for D-positivo, deve-se administrar uma dose suplementar de 200 –1.000 – 1.650 UI, dentro de 72 horas do parto.

VACINAS

Sobre Vacinas

Meu filho foi vacinado com dois meses com a primeira dose da vacina tetra (DTP + HIB). Não recebeu as doses seguintes por problemas infecciosos. Agora, com sete meses, bem de saúde, devo voltar a aplicar a primeira dose?

Não, pois não há intervalo máximo entre as doses; ele deve receber agora a segunda dose e, após dois meses, a terceira dose, prosseguindo com o seu programa vacinal conforme o calendário vigente. Como regra, doses de vacinas, mesmo aplicadas há um tempo, devem sempre ser consideradas válidas.

Uma criança de um ano deverá ir a creche dentro de um mês. Tomou todas as vacinas indicadas pelo posto de saúde onde é acompanhada. Além delas, quais outras deve tomar?
Recomenda-se que a criança receba as seguintes vacinas: Varicela e Hepatite A.

Meu filho apresentou coceira no corpo após comer um ovo quente. A coceira durou um dia e melhorou sem medicação. É necessário fazer teste alérgico para ovo antes de administrar a vacina contra sarampo, caxumba e rubéola (SCR)?
Não é necessário o teste alérgico para o ovo. A alergia cutânea ao ovo não contra indica a aplicação da vacina triviral. A contraindicação somente deve ser feita quando ocorrer anafilaxia (reação grave, imediata, geralmente com choque) com a ingestão do ovo, o que é raro.

Qual a vantagem de se utilizar vacinas combinadas?
As novas vacinas combinadas licenciadas no Brasil são muito seguras, efetivas e causam menor número de eventos adversos que as vacinas habitualmente utilizadas. As vacinas pentavalente e hexavalente, por exemplo, protegem contra várias doenças (difteria, tétano, coqueluche, HIB, poliomielite e mais hepatite B – hexavalente), com os antígenos administrados em uma única aplicação, levando a maior adesão ao calendário vacinal, a menor procura aos serviços de saúde e menor custo relativo.

Meu filho foi vacinado com dois meses com a primeira dose da vacina tetra (DTP + HIB). Não recebeu as doses seguintes por problemas infecciosos. Agora, com sete meses, bem de saúde, devo voltar a aplicar a primeira dose?

Não, pois não há intervalo máximo entre as doses; ele deve receber agora a segunda dose e, após dois meses, a terceira dose, prosseguindo com o seu programa vacinal conforme o calendário vigente. Como regra, doses de vacinas, mesmo aplicadas há um tempo, devem sempre ser consideradas válidas.

Um bebê de 03 meses foi vacinado com a BCG com dois dias de vida, ainda na maternidade. Até agora não apresentou nenhuma reação e não teve cicatriz no braço. Qual a conduta?
A vacina BCG é geralmente acompanhada pelo aparecimento no local da aplicação de mácula com enduração, pústula, úlcera e cicatriz, evolução essa que ocorre em 02 a 05 meses. Em 5% a 10% dos vacinados pode não aparecer cicatriz vacinal e, nestes casos, recomenda-se a revacinação após 06 meses, dispensando-se o teste tuberculínico prévio.

Qual a região anatômica mais adequada para a administração de vacinas intramusculares?
Depende da idade. Nas crianças menores de 18 meses, o lugar mais apropriado é o vasto lateral externo da coxa. Em crianças maiores de 18 meses, a região do músculo deltóide. Para algumas vacinas (hepatite B e raiva), a região glútea é contraindicada por não induzir resposta adequada.

GRIPE

Gripe e resfriado são as mesmas doenças?
Não. A gripe é causada pelo vírus da Influenza e provoca febre alta, dores pelo corpo que, freqüentemente, deixam o indivíduo acamado. A recuperação completa pode durar até uma semana e pode complicar com pneumonia e até matar, em alguns casos. O resfriado é causado por diversos outros tipos de vírus, têm sintomas parecidos, porém muito mais leves, suaves e com menor duração. Ele pode cursar com tosse, dor de garganta, dor no corpo, coriza, etc.

Como a gripe é transmitida?
A gripe é transmitida através de gotículas de secreção veiculadas pela tosse, espirro ou mesmo conversa com alguém infectado. O vírus penetra no organismo através das vias respiratórias. No centro do vírus está o material genético que invade as células, atingindo o núcleo, onde se duplica. Os fragmentos duplicados se apoderam de parte da célula atacada, formando novos vírus, em um processo que se repete milhares de vezes.

A gripe é contagiosa?
A Gripe é altamente contagiosa. Uma única pessoa pode contaminar todos as pessoas que trabalham no mesmo ambiente e que não foram vacinadas.

Qual o período de incubação da doença?
Os vírus da influenza são transmitidos de pessoa a pessoa através da tosse e/ou espirros de um doente. O período de incubação é de 01 a 04 dias, com uma média de 02 dias.

Qual o período de transmissão da gripe?
Os adultos são transmissores da infecção um dia antes da apresentação dos sintomas até aproximadamente 05 dias após o início da doença.

Vacina contra gripe imuniza contra resfriado?
Não. A vacina contra gripe imuniza somente contra as cepas de vírus contidas na vacina e não contra resfriados.

A vacina da gripe funciona? Ela é segura?
Sim, a vacina contra a gripe é bastante eficaz desde que tomada na época adequada e eficaz para os sorotipos que existem na vacina, muito segura sendo usada em todo o mundo.

Antigripal cura a gripe?
Os antigripais não previnem nem curam a gripe. Eles podem, em alguns casos, diminuir a sintomatologia e, em outros casos, não causarem nenhum efeito.

Quais os sorotipos da gripe? Quais as diferenças entre eles?
A gripe é causada pelo vírus influenza, com 03 sorotipos diferentes: A, B e C que são diferentes entre si. Em intervalos regulares aparecem subtipos novos do sorotipo A, que se associam a grandes pandemias. O tipo B associa-se a epidemias regionais e o tipo C não apresenta a importância epidemiológica dos anteriores, porque é responsável apenas por casos isolados ou por pequenos surtos. Os vírus influenza A não só infectam humanos, mas animais como cavalos, baleias, porcos e aves, dificultando seu controle. Os vírus da influenza B e C só afetam humanos.

Quando começa a fazer efeito à vacina contra a gripe? Por quanto tempo dura a imunização pós vacina?
Cerca de 15 dias após a vacinação já começam a surgir os anticorpos que darão a proteção contra a gripe. Como o vírus da gripe sofre mutação a cada ano, o tempo de duração da vacina é de 01 ano.

A vacina contra a gripe pode causar gripe?
Não. A Vacina contra gripe é uma vacina inativada e fracionada, o que significa que os vírus estão mortos e replicados, não podendo se reproduzir dentro do organismo das pessoas vacinadas, o que estimula o organismo a produzir uma resposta imunológica protetora.

Quais as reações mais comuns após a administração da vacina contra influenza/gripe?
Pode surgir uma febrícula (febre baixa) e no local da aplicação ficar quente, vermelho e inchado. Algumas pessoas relatam coceira no local da injeção. Importante ressaltar, que é preciso cuidado para não coçar, nem passar as mãos/unhas sujas (contaminadas), principalmente em se tratando de crianças, para evitar a entrada de microorganismos. Assim como em toda e qualquer vacina NÃO deve fazer: compressas ou passar pomada na região da vacina.

Por que algumas pessoas mesmo com a vacina ficam doentes?
A Vacina contra gripe protege da gripe, porém, não protege dos resfriados e de outras infecções que também ocorrem no inverno e tem sintomatologia semelhante.

Quem pode ser vacinado?
Todas as pessoas a partir de 6 meses de idade já podem ser vacinadas contra a gripe.

Quem regulamenta as cepas presentes na vacina contra a gripe?
A composição da vacina é atualizada a cada ano, de acordo com os vírus circulantes, para garantir a eficácia do produto. A resolução está de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS)para o hemisfério Sul. É proibida a utilização de quaisquer outras cepas de vírus em vacinas contra a gripe.

REDE DE FRIOS

Sobre Rede de Frios

A Rede de Frio ou Cadeia de Frio é o processo de armazenamento, conservação, manipulação, distribuição e transporte dos imunobiológicos, e deve ter as condições adequadas de refrigeração, desde o laboratório produtor até o momento em que a vacina é administrada.

O objetivo final da Rede de Frio é assegurar que todos os imunobiológicos administrados mantenham suas características iniciais, a fim de conferir imunidade, haja vista que são produtos termolábeis, isto é, se deterioram depois de determinado tempo quando expostos a variações de temperaturas inadequadas à sua conservação. O calor acelera a inativação dos componentes imunogênicos.

É necessário, portanto, mantê-los constantemente refrigerados, utilizando instalações e equipamentos adequados. Um manuseio inadequado, um equipamento com defeito, ou falta de energia elétrica podem interromper o processo de refrigeração, comprometendo a potência e eficácia dos imunobiológicos.

Equipamentos da rede de frios

Câmaras Frigoríficas
Também denominadas quartos frios ou câmaras frias, são ambientes especialmente projetados para a armazenagem de produtos predominantemente em baixas temperaturas e em grandes volumes. Podem ser reguladas para trabalhar mantendo as mais diversas temperaturas, tanto positivas quanto negativas. Especificamente para os imunobiológicos, essas câmaras são projetadas para operarem em temperatura de +2ºC e -20°C, de acordo com a especificação do produtor. Os imunobiológicos podem em algum momento estar conservados em temperatura entre +2° e +8°C, sem perda da sua capacidade imunogênica, observada a data de validade especificada no produto.

O seu funcionamento de uma maneira geral obedece aos princípios básicos de refrigeração, além de princípios específicos, tais como:
• isolamento das paredes internas do ambiente a ser refrigerado;
• sistema de ventilação no interior da câmara, para facilitar a distribuição do ar frio pelo evaporador;
• compressor e condensador dispostos na área externa à câmara, com boa circulação de ar;
• antecâmara, com temperatura de +4°C, objetivando auxiliar o isolamento do ambiente e prevenir a ocorrência de choque térmico aos imunobiológicos;
• alarmes de baixa e alta temperatura para alertar a ocorrência de falta de energia elétrica;
• alarme audiovisual indicador de abertura de porta;
• dois sistemas independentes de refrigeração instalados: um em uso e outro em reserva, para eventual defeito do outro;
• sistema de alarme com registrador de temperatura (termógrafo), registrador de umidade (higrômetro).

 

Alarme de temperatura com discador telefônico para câmaras, geladeiras e freezers
Este equipamento é composto por um discador telefônico, uma bateria e um ou mais sensores de temperatura (termostatos), que são ligados em paralelo ao equipamento. É ainda capacitado para efetuar três ligações a três diferentes telefones, quando a temperatura de algum dos equipamentos estiver fora da faixa permitida.

 

Este equipamento dispõe de um sistema de alimentação de dupla voltagem (selecionável) que faz a recarga da bateria, de tal forma que, em caso de corte no fornecimento de energia elétrica, o sistema continuará operando com a alimentação de 12 volts DC proveniente das baterias.

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