Bravacinas | O que mudou em 2019 em relação à vacinas
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O que mudou em 2019 em relação à vacinas

2019

14 jan O que mudou em 2019 em relação à vacinas

O ano de 2019 começou e com ele algumas mudanças no que diz respeito à vacinas. Como sabemos, infelizmente o ramo da saúde sofre com muitas fake news. Por este motivo, preparamos este post com as principais mudanças e notícias sobre o assunto, trazendo aos nossos leitores uma informação clara e de fonte confiável.

Administração sem agulha ou com microagulhas

Em 2018, houve uma especulação sobre a possibilidade de administração  de vacinas sem agulha ou com microagulhas. Este ano ainda não houve notícias sobre

o tema. Buscamos informações com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). De acordo com a instituição, ainda não há uma posição oficial. Quando questionados se a administração sem agulha ou com microagulhas seria segura e eficaz, informaram que estão analisando. “Estamos consultando os laboratórios, agências reguladoras e órgãos internacionais, bem como verificando tudo o que há publicado sobre esses dispositivos para elaborarmos uma Nota Técnica referente a este assunto”, concluem.

Adultos que perderam a carteira de vacinação devem repetir vacinas. Muitos adultos perderam suas carteiras de vacinação e não lembram se tomaram algumas vacinas. Em alguns casos, acreditam que foram imunizados, mas não têm como comprovar. Nestes casos, eles devem ser revacinados e não existe problema nisso.

As vacinas recomendadas para adultos são: tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba), hepatites A e B, varicela (catapora) pra quem nunca teve a doença, tríplice bacteriana (difteria, tétano e coqueluche), gripe e febre amarela.

Adultos entre 20 e 59 anos também devem receber as imunizações que não existiam em sua infância, quase todas do calendário atual adultos. Além disso, não

podemos esquecer da vacina contra HPV, que deve ser tomada por adultos: mulheres entre 9 e 45 anos e homens entre 9 e 26 anos. O ideal é procurar um médico para uma avaliação detalhada.

Novas vacinas podem estar disponíveis este ano

O Ministério da Saúde está estudando a possibilidade de incluir duas novas vacinas

no calendário vacinal brasileiro. Atualmente, o Programa Nacional de Imunizações

(PNI) conta com 19 tipos de vacinas.

A previsão é que este ano, a vacina pneumococica 13 para indivíduos imunodeprimidos (que só será feita em centros de referência para imunobiológicos especiais) e a vacina meningo ACWY para adolescentes de 12 e 13 anos, sejam acrescentadas ao programa.

De acordo com a SBIm, a vacina pneumocica 13 previne contra doenças graves como pneumonia, meningite e otite. Já a meningo ACWY previne contra meningites

e infecções generalizadas pelo meningococo destes subtipos.