Vacina Pneumoccócia Conjugada

Vacina Pneumoccócia Conjugada

O que essa vacina previne?

Doenças causadas por 23 tipos de pneumococos.

Cuidados antes, durante e após a vacinação

Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação.

Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.

Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.

Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.

Sintomas de eventos adversos graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.

Advertências e precauções

Resultados preliminares de estudos indicam que pessoas que não tiveram contato com o vírus antes da vacinação apresentam mais chances de hospitalização ou de desenvolver dengue com sinais de alarme para gravidade (saiba mais em eventos adversos) caso sejam posteriormente infectadas pelo vírus. Diante disso, a vacina fica recomendada em duas situações:

  1. Indivíduos com infecção prévia confirmada em laboratório (sorologia positiva), para os quais a vacina se mantém segura e eficaz;
  2. Se o benefício da vacinação for superior ao potencial risco, situação que pode ocorrer em áreas onde há muitos casos da doença. A avaliação deve ser feita por um médico.

É importante destacar que a vacina não causa a dengue e que o risco aumentado não foi observado entre pessoas com sorologia positiva.

Do que essa vacina é feita?

Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

É composta de partículas purificadas (polissacarídeos) das cápsulas de 23 tipos de Streptococcus pneumoniae (pneumococo), cloreto de sódio, água para injeção e fenol.

Onde pode ser encontrada

Em clínicas privadas de vacinação, como a Bravacinas, e nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Cries), para pessoas a partir de 2 anos de idade, adolescentes e adultos com condições de saúde especiais que as tornam propensas a ter doença grave causada pelo pneumococo.

Indicação

Para crianças acima de 2 anos, adolescentes e adultos que tenham algum problema de saúde que aumenta o risco para doença pneumocócica (diabetes, doenças cardíacas e respiratórias graves; sem baço ou com o funcionamento comprometido desse órgão; com problemas de imunidade, entre outras condições).

Para pessoas a partir de 60 anos deve ser aplicada de rotina.

Não é recomendada como rotina para crianças, adolescentes e adultos saudáveis.

Contraindicação

Crianças, adolescentes e adultos que apresentaram anafilaxia causada por algum componente ou dose anterior da vacina.

Efeitos e eventos adversos

As reações adversas mais frequentes, que ocorrem com mais de 10% dos vacinados, são: dor no local da aplicação (60,0%), inchaço ou endurecimento (20,3%); vermelhidão (em 16,4%); dor de cabeça (17,6%); cansaço (13,2%) e dor muscular (11,9%).

Reações locais mais intensas, com inchaço de todo braço, chegando até o cotovelo, hematoma e manchas vermelhas podem ocorrer em menos de 10% dos vacinados.

Todas as reações adversas são mais frequentes após revacinação com períodos de tempo curtos. Acredita-se que estejam relacionadas com a presença de grande quantidade de anticorpos no organismo.

Esquema de Doses

Recomenda-se a combinação da VPP23 com a VPC13. Idealmente, deve-se iniciar o esquema com a aplicação de vacina pneumocócica conjugada (VPC10 ou VPC13) — veja as indicações de cada uma — e aplicar uma dose da VPP23 seis a doze meses depois da dose da vacina conjugada, e outra cinco anos após a primeira dose de VPP23.
Na maioria das vezes não se recomenda aplicar mais de duas doses de VPP23.

Local de Aplicação

Injeção no músculo (intramuscular)

Laboratório Produtor

Sanofi Pasteur, França (nome comercial: Pneumo 23)
Merck Sharp & Dohme, EUA (nome comercial: Pneumovax-23)

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